Temer na cadeia Aécio na cadeia

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Copiem e colem em seus perfis

quinta-feira, 28 de julho de 2016

MORFEMA SINE QUA

MORFEMA SINE QUA

O poeta morreu a cantar
Sepultura em prosa e verso
Seu verbo era rimar
Sendo da serra, sonhava com o mar

Jamais aprendera a nadar
Se este poema não acabar
Ficará o dilema tal morfema sine qua
O trema, o lema, o tema, o leme teme a treva

O trevo que não se atreva na trova velejar
A trave trava a triste língua do trovão
A lava lava o meu coração levado
Não conheci Capistrano ou Caio Prado

Nem toquei “piano bar”
Luva leve, leve o louvor comprado
Para bem longe deste livre ser!
Que ao livro da noite, em açoite

Será sino sem sina que ensina a fenecer

Aroldo Historiador
28/07/2016

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