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sábado, 17 de setembro de 2016

SOBRE MARCAR E PATENTES: CRESCER SEM PRIVATIZAR

SOBRE MARCAR E PATENTES: CRESCER SEM PRIVATIZAR

O Brasil precisa criar marcas internacionais, mudar as patentes de 10 a 15 anos para 50 anos na parte industrial e diminuir o período de análise para registro da criação industrial de 11 anos para 1 ano.

Vamos lembrar que a Inglaterra enriqueceu tanto que causou no mundo a Revolução Industrial, gerando a nossa Idade Contemporânea, graças em parte a uma espécie de direitos autorais dados aos mestres artesãos que atraiu artesãos de toda a Europa, gerando em seguida um processo de manufatura que mais tarde evoluiu para um sistema industrial em cadeia após a criação da máquina a vapor, com um impulso do ouro brasileiro roubado por Portugal, que comprava roupas inglesas no acordo dos panos e vinhos em que Portugal só poderia comprar panos da Inglaterra e a Inglaterra por sua vez só poderia comprar vinho em Portugal.

O enriquecimento da Inglaterra teve impacto no mundo, inclusive acabando oficialmente com o mercado escravocrata pelo fato de escravos não receberem dinheiro, criando estradas de ferro para locomotivas nos lugares onde fazia comércio a fim de agilizar o trânsito de mercadorias, inclusive no Rio de Janeiro da época de Mauá e em Baturité (CE); porque foi preciso dinheiro inglês para a criação do banco Mauá, que hoje seria Caixa e Banco do Brasil, e porque o Ceará vendia algodão à Inglaterra desde quando Veneza fechara a rota da Índias, impedindo a Inglaterra de comprar especiarias para aquele lado e forçando-a a procurar outros parceiros comerciais.


Aprimorar o sistema brasileiro de marcas e patentes fará com que muito mais gente se proponha a criar mercadorias tipicamente brasileiras, sejam elas órgãos artificiais, mecanismos de alta tecnologia para diversos fins, do ramos de cosméticos, energia limpa, enfim, ou outra coisa qualquer em uma gama infinita de possibilidades que elevarão extremamente a médio e longo prazo a economia do país em si, mesmo em períodos de crises políticas forjadas, como a atual em que vivemos em 2016.

Dá para crescer com inteligência; sem privatizar 

Aroldo Historiador
17/09/2016

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