terça-feira, 12 de setembro de 2017

TREM SEM TRÉGUA

TREM SEM TRÉGUA

O verde da verve se esvai
A ver o Brasil made in Paraguai
A verdinha se vende
Pra nota preta lucrar

Amarelo de fome
Sem ouro nem mel
Ferrão de Bragança
A ganância a ladrar

Ladrões brancos, nazistas 
No seio do céu anil
O colarinho é corrente
E o tucano é fascista 

A mala de Geddel 
Como não amá-la?
Linda ilha de fel
Nossa nobre mortalha

Para rico, penico
Para o pobre, migalha
É tão patológico
Quando a lei é falha

O rei sempre morou na barriga
Do rato é que vem a lombriga
Saia do meio, sem briga
Que o trem veio sem freio nem fica

A massa não pode com a Maçonaria
A desgraça está feita
Tão feio é o dia
O país não se ajeita

Quanto mais de direita
É marreta que come
Em nome do pó
Não se poupa o sem nome

Aroldo Historiador, O Poeta da Democracia
12/09/2017

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